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09 de abril de 2010 |
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João 10: 01-18 - “ O bom pastor “
Hoje em todas as igrejas metodistas no Brasil, celebra-se o dia do(a) pastor(a). A igreja metodista define no artigo 34 dos cânones o seguinte : “ Ministério Pastoral é a categoria eclesiástica clériga na qual a Igreja reconhece, dentre seus membros, homens ou mulheres, pessoas vocacionadas para o exercício do pastorado e, após sua formação e experiência probatória , os consagra para a Missão.”
O grande desafio no ministério pastoral é tornar-se um “ bom pastor” conforme o modelo maior que temos na bíblia, Jesus Cristo. O evangelista João deixou registrado que o Senhor Jesus , no episódio da cura de um cego de nascença , ao ser questionado por um fariseu que rejeitava tal cura (vs. 40 e 41) , dizia a este que tal incredulidade o tornava num cego enquanto outros passavam a ver o reino de Deus através de sua presença( vs.39).
Neste contexto Jesus disse: “ Eu sou o bom pastor, o bom pastor dá sua vida pelas ovelhas.” (João 10:11) . O que Jesus fez por aquele homem, cego de nascença, estava servindo para que os fariseus tivessem mais motivos para o rejeitarem a ponto de não olhar ou perceber o que Jesus estava realizando entre o povo.
O (a) pastor (a) está sempre passando por provas, é avaliado domingo a domingo, se visita, se prega bem, se está sempre disposto para realizar todas as reuniões, se é educado, se cumprimenta a todos , se tem algum dom especial, se fala do dizimo , se é professor na escola dominical , se representa bem a igreja , se foi visitar o irmão afastado, enfermos, o bebê e constantemente comparado com pregadores de mídia e sucesso, etc .
O(a) pastor(a) tem na sua caminhada na igreja pessoas que enxergam de maneiras diferentes. A igreja não quer apenas um pastor, mas um “bom pastor” ou “pastora”.Quais são as expectativas da igreja metodista em nossos dias num contexto religioso tão complexo ?
Que a igreja, responsável em reconhecer a vocação pastoral possa, neste dia de homenagens, fazer uma reflexão na forma com tem enxergado o trabalho de seus pastores (as).
Na unidade do corpo de Cristo,
Pr.Luis Carlos
pastorluiscarlos@terra.com.br
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09 de abril de 2010 |
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A Páscoa é uma festa judaica instituída como memorial da libertação da escravidão imposta pelo Egito. Em hebraico, significa passagem, referindo-se à passagem do anjo exterminador que feriu os primogênitos do Egito e também a passagem do povo pelo Mar Vermelho.
Para os cristãos, a Páscoa celebra a ressurreição de Jesus.
Compartilho com você, uma breve reflexão, baseada no texto de Lucas 24.13-34, que narra a respeito de dois homens, dos discípulos de Jesus que, caminhando para longe, no domingo, conversavam sobre os últimos acontecimentos ocorridos em Jerusalém: a morte de Jesus, por crucificação.
Aconteceu que, enquanto caminhavam, o próprio Jesus se aproximou e ia com eles. Mas, eles não o reconheciam. Tudo o que se passava em suas mentes, eram os acontecimentos da sexta-feira. Nada tinham a dizer do sábado, senão que “descansaram, segundo o mandamento” (Lc. 23.56). Já, a sexta-feira havia sido terrível. Jesus fora preso, interrogado, humilhado, condenado, crucificado e sepultado. No domingo, logo cedo, algumas mulheres disseram terem tido visão de anjos, os quais afirmaram que ele estava vivo, mas não deram atenção a elas. É interessante que, quando eles se referem ao testemunho das mulheres, Jesus diz: “Ó néscios, e tardios de coração para crer tudo o que os profetas disseram! Porventura não convinha que o Cristo padecesse e entrasse na sua glória?”. E, começando por Moisés, discorreu pelos profetas e lhes expôs tudo o que a seu respeito constava nas Escrituras.
Aquele domingo passou a ser um novo dia, um novo começo. Aquele homem estranho que caminhou com eles, dizia ir adiante do destino deles, mas aceitou o convite e ficou com eles. À mesa, tomou o pão, abençoou, partiu e lhes deu. Foi ali que seus olhos se abriram e o reconheceram. Mas Jesus desapareceu da presença deles e eles disseram: “Não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava e quando nos abria as Escrituras?“. Eles se levantaram, na mesma hora, e voltaram para Jerusalém para contar aos outros que se achavam reunidos. Quando chegaram até os demais discípulos, encontraram-nos dando testemunho de um grande acontecimento: “Ressurgiu verdadeiramente o Senhor...” (34).
Ainda hoje, há pessoas como que andando na contramão, se afastando da comunhão com os que crêem, deixando “Jerusalém” e indo para a vizinhança - voltando à velha vida que tinham antes de conhecer a Jesus.
Aqueles homens caminhavam sem esperança, porque o projeto de vida que abraçaram, aparentemente, havia se frustrado. Ainda hoje, muita gente tem sofrido decepção e tem se desesperado e se afastado. Mas, o Senhor Jesus está vivo, e continua se aproximando para perguntar: “Que palavras são estas que, caminhando, trocais entre vós?” (v.17b). É como se ele perguntasse: “Qual a razão de seu desespero?”.
Jesus não somente pergunta. Também está disposto a ouvir sobre suas dúvidas, incertezas e frustrações. Ele está disposto a ouvir o seu desabafo!
A mensagem da Ressurreição é a mensagem da esperança. Jesus continua indo, hoje, ao encontro de cada uma das pessoas, para trazê-las de volta para “Jerusalém”, para a esperança de suas promessas que haverão de ser cumpridas.
Feliz Páscoa!
Pr. Jonadab Domingues de Almeida
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23 de fevereiro de 2010 |
No sábado, dia 13, a Pra. Cláudia Nascimento, ministrou com base no texto de Mateus 1:1-17 sobre a genealogia de Jesus.
Através da genealogia de Jesus, a Pastora falou sobre as diversas famílias ali mencionadas e suas histórias tão conhecidas. Histórias cheias de problemas, erros, conflitos, pessoas que cometeram erros graves diante de Deus e de suas famílias como o caso de Jacó, Judá, Davi, e outros.
A Pastora mostrou que Jesus não nasceu em uma família de linhagem sem defeitos, na sua genealogia não existem apenas pessoas perfeitas, boas e sem pecado.
As nossas famílias também não são perfeitas, podemos ter pesso as na família as quais acreditamos que não tem mais jeito, mas Jesus pode nascer na vida destas pessoas e transformar as suas histórias e suas famílias.
Fomos desafiados a crer que Jesus pode transformar mesmo aqueles que achamos que não tem mais jeito. |
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23 de fevereiro de 2010 |
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Romanos 10.9-13 (1-15) “Se, com a tua boca confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação. Porquanto a Escritura diz: Todo aquele que nele crê não será confundido. Pois não há distinção entre judeu e grego, uma vez que o mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. Porque: todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. Em tempo de Contrição e Arrependimento, no propósito dos “40 Dias de Oração e Jejum”, preparando a Páscoa do Senhor Jesus, compartilho breve reflexão com “Uma Palavra de Salvação”. O texto de Romanos 10.1-15, inicia com um exemplo de zelo: um povo que tem zelo de Deus, mas não com entendimento. Nosso texto diz que eles “desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria não se sujeitaram à que vem de Deus” (Rm.10.1-3). Um texto que fala preferencialmente sobre a salvação, de uma forma muito simples: “a justiça que vem da fé diz assim: Não perguntes em teu coração: quem subirá ao céu? Isto é, para trazer do alto a Cristo; ou: quem descerá ao abismo? isto é, para levantar Cristo dentre os mortos. Porém que se diz: a palavra está perto de ti, na tua boca e no teu coração, a palavra da fé que pregamos. Se com a tua boca confessares Jesus como Senhor e, em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo” (10.6-9). Resumindo, basta crer com o coração e confessar com a boca: crer que Deus levantou Jesus dentre os mortos e confessar que Jesus Cristo é o Senhor. Não precisa ninguém subir. Não precisa ninguém descer. Está aí, bem diante de mim e de você: “a palavra da fé que pregamos”. A Palavra de Deus está apontando a direção: “Todo aquele que nele crê não será confundido” (v.11); e, “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (v.13). Mas a mesma Palavra que aponta a direção, dizendo: “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (13); também aponta a responsabilidade da Igreja, com as perguntas: “Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados?” (14, 15a). Ao apontar nossa responsabilidade, também indica um caminho para a salvação: para invocar precisa crer, para crer precisa ouvir, para ouvir precisa pregar, para pregar precisa ser enviado. Nossa parte é a pregação. E o texto, utilizando-se mais uma vez dos escritos do profeta Isaías, termina dizendo: “Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas!”, A parte de Deus está feita. A Obra de Redenção está consumada. Cabe a cada um/a de nós fazermos a nossa parte: o ENVIO que produz a PREGAÇÃO, a PREGAÇÃO que produz a FÉ; a FÉ que produz a INVOCAÇÃO; a INVOCAÇÃO que produz a SALVAÇÃO. Uma seqüência de ações que começa e termina com aquilo que só Deus pode fazer. Só Deus pode ENVIAR e só Deus pode SALVAR. No meio, entre o ENVIO e a SALVAÇÂO, está a nossa parte: a PREGAÇÃO, a FÉ e a INVOCAÇÃO. A PREGAÇÃO nós fazemos para benefício dos outros. A FÉ e a INVOCAÇÃO do nome do Senhor, nós fazemos para nosso próprio benefício. O Evangelho precisa ser pregado para que as pessoas creiam e, crendo, invoquem, e, invocando, sejam salvas. Que a campanha dos “40 Dias de Oração e Jejum” produza em nós, um zelo evangelizador que deve ser marca de todo Metodista. Nosso Deus ordena a todo crente que seja um anunciador das boas novas de salvação. Pr. Jonadab – 21-05-2006.
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23 de fevereiro de 2010 |
No domingo e na segunda-feira (14 e 15/02) os juvenis tiveram momentos de edificação da palavra sob responsabilidade dos missionários Enéias Junior e Bibiana Tescaro. Um grupo de 35 juvenis com idade entre 12 e 17 anos participou das atividades especificas com foco no aprendizado da palavra de Deus e testemunho da fé.
Os estudos foram baseados no livro de Timóteo com os seguintes temas: Perseverar e perseverar na fé, fé em comunidade, influenciando com a fé. |
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