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Romanos 10.9-13 (1-15) “Se, com a tua boca confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação. Porquanto a Escritura diz: Todo aquele que nele crê não será confundido. Pois não há distinção entre judeu e grego, uma vez que o mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. Porque: todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. Em tempo de Contrição e Arrependimento, no propósito dos “40 Dias de Oração e Jejum”, preparando a Páscoa do Senhor Jesus, compartilho breve reflexão com “Uma Palavra de Salvação”. O texto de Romanos 10.1-15, inicia com um exemplo de zelo: um povo que tem zelo de Deus, mas não com entendimento. Nosso texto diz que eles “desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria não se sujeitaram à que vem de Deus” (Rm.10.1-3). Um texto que fala preferencialmente sobre a salvação, de uma forma muito simples: “a justiça que vem da fé diz assim: Não perguntes em teu coração: quem subirá ao céu? Isto é, para trazer do alto a Cristo; ou: quem descerá ao abismo? isto é, para levantar Cristo dentre os mortos. Porém que se diz: a palavra está perto de ti, na tua boca e no teu coração, a palavra da fé que pregamos. Se com a tua boca confessares Jesus como Senhor e, em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo” (10.6-9). Resumindo, basta crer com o coração e confessar com a boca: crer que Deus levantou Jesus dentre os mortos e confessar que Jesus Cristo é o Senhor. Não precisa ninguém subir. Não precisa ninguém descer. Está aí, bem diante de mim e de você: “a palavra da fé que pregamos”. A Palavra de Deus está apontando a direção: “Todo aquele que nele crê não será confundido” (v.11); e, “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (v.13). Mas a mesma Palavra que aponta a direção, dizendo: “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (13); também aponta a responsabilidade da Igreja, com as perguntas: “Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados?” (14, 15a). Ao apontar nossa responsabilidade, também indica um caminho para a salvação: para invocar precisa crer, para crer precisa ouvir, para ouvir precisa pregar, para pregar precisa ser enviado. Nossa parte é a pregação. E o texto, utilizando-se mais uma vez dos escritos do profeta Isaías, termina dizendo: “Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas!”, A parte de Deus está feita. A Obra de Redenção está consumada. Cabe a cada um/a de nós fazermos a nossa parte: o ENVIO que produz a PREGAÇÃO, a PREGAÇÃO que produz a FÉ; a FÉ que produz a INVOCAÇÃO; a INVOCAÇÃO que produz a SALVAÇÃO. Uma seqüência de ações que começa e termina com aquilo que só Deus pode fazer. Só Deus pode ENVIAR e só Deus pode SALVAR. No meio, entre o ENVIO e a SALVAÇÂO, está a nossa parte: a PREGAÇÃO, a FÉ e a INVOCAÇÃO. A PREGAÇÃO nós fazemos para benefício dos outros. A FÉ e a INVOCAÇÃO do nome do Senhor, nós fazemos para nosso próprio benefício. O Evangelho precisa ser pregado para que as pessoas creiam e, crendo, invoquem, e, invocando, sejam salvas. Que a campanha dos “40 Dias de Oração e Jejum” produza em nós, um zelo evangelizador que deve ser marca de todo Metodista. Nosso Deus ordena a todo crente que seja um anunciador das boas novas de salvação. Pr. Jonadab – 21-05-2006.
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